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Investimento em programas de desenvolvimento colaboram para manter turnover baixo

Atualizado: 20 de jun.

O setor de tecnologia no Brasil está passando por um notável crescimento, impulsionado não apenas pela inovação constante, mas também pelos investimentos estratégicos, a crescente demanda por soluções digitais e o grande número de vagas disponíveis na área. De acordo com dados fornecidos pelo International Data Corporation (IDC), o mercado de TI deve crescer 11% na América Latina em 2024, com destaque para o Brasil que deve apresentar um aumento de 12%.


Apesar deste crescimento, o Brasil tem apresentado, nos últimos anos, uma dificuldade na retenção de talentos. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), a taxa média de rotatividade demissional no Brasil entre abril de 2022 e maio de 2023 foi de 51%, uma das maiores do mundo. No setor de “Tech” a taxa de saída de profissionais é de 13,20%, apresentando a taxa mais alta quando comparada com outros setores, de acordo com relatório produzido pelo LinkedIn.


Para alcançar esse resultado, a companhia aposta em programas internos que contribuem para a baixa rotatividade de colaboradores, como recrutamento interno, que dá preferência aos candidatos da própria empresa para preenchimento das vagas, e o programa de indicação. Em 2023, a i4pro preencheu 35% de suas vagas com talentos internos. Além disso, a companhia tem realizado grandes investimentos no desenvolvimento de lideranças, movimento confirmado na pesquisa de clima realizada na empresa, que aponta que 86% dos respondentes tiveram algumas ou muitas oportunidades de se desenvolver.


A baixa rotatividade de profissionais de tecnologia em uma empresa é um indicador positivo, pois cria um ambiente de trabalho estável, promove a continuidade em projetos críticos e estimula a colaboração de longo prazo. Para estes profissionais, a estabilidade no emprego se traduz em um ambiente mais propício ao desenvolvimento de habilidades, possibilitando que eles se aprimorem continuamente e contribuam de maneira mais eficaz para o sucesso da empresa. Além disso, a baixa rotatividade reduz os custos associados à contratação e treinamento, permitindo que as empresas invistam mais em pesquisa, desenvolvimento e inovação.


“Com a adoção de programas que valorizem os colaboradores, modelos de trabalho que possibilitem melhor qualidade de vida e oportunidade de desenvolvimento profissional, conseguimos proporcionar um ambiente seguro e garantir que o time se sinta especial e parte da cultura da empresa. Não por coincidência o turnover de profissionais considerados talentos em nossa avaliação de performance foi de 0,3% em 2023.”, explica Carolina.


Este panorama positivo reforça a importância das empresas continuarem investindo em práticas eficazes de retenção de talentos, não apenas para garantir um ambiente de trabalho saudável, mas também para impulsionar o crescimento e a inovação no setor de tecnologia brasileiro.


Fonte: Redação Mundo RH

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