TELEMEDICINA: Sua importância e os desafios diante da pandemia.

Atualizado: 27 de out. de 2021

A tecnologia tem um papel fundamental em nossas vidas, suas melhorias ao longo do tempo resultaram em avanços para muitas áreas profissionais e com a medicina não foi diferente.



A todo instante surgem inovações com foco em aprimorar os métodos para diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças. Entre os inúmeros avanços que a tecnologia trouxe a medicina está a Telemedicina, formato que vem crescendo cada vez mais com o amplo acesso da população.


A telemedicina tem como propósito oferecer e aperfeiçoar o atendimento médico de forma remota em prol da saúde do paciente.

A telemedicina já é utilizada em todo mundo, sempre de forma segura, legalizada e

respeitando a legislação e as normas médicas.


Benefícios da telemedicina


Os benefícios gerados pela área são infindáveis, porém, levantamos alguns dos principais:

  • Aproximação do médico com o paciente, garantindo acolhimento à saúde onde e quando for necessário;

  • Atendimento a distância às comunidades que precisam, mas não tem acesso ao médico;

  • Acessibilidade a uma grande parte da população;

  • Maior agilidade nos atendimentos, devido à sistematização do processo por meio de softwares de saúde online;

  • Segurança estrutural e sigilo de dados, conforme normas internacionais;

  • Ampliação da agenda clínica dos especialistas;

  • Envio de exames para laudo 24 horas por dia com resposta ágil e atendimento nacional;

  • Maior especialização no diagnóstico de laudos;

  • Redução do tempo de atendimento e dos custos operacionais.

Dessa forma, a telemedicina se apresenta como uma forma de transpor barreiras culturais, socioeconômicas e, principalmente, geográficas, para que os serviços e informações em saúde cheguem a toda população.


Telemedicina e Coronavírus


A telemedicina se tornou uma discussão constante após a pandemia causada pelo COVID-19. Isso porque, o alto risco de contágio do vírus fez com que as autoridades de saúde recomendassem o distanciamento social. Consequentemente, a população precisou ficar em casa e evitar qualquer tipo de contato.



Essas medidas fizeram com que a telemedicina surgisse como uma alternativa para evitar tais aglomerações, permitindo que o atendimento médico mais simples pudesse ser realizado via internet. Desta forma, a medicina e a tecnologia puderam contribuir para a prevenção do coronavírus.


Isso fez com que o Conselho Federal de Medicina publicasse, no dia 19 de março de 2020, um decreto em caráter emergencial com as medidas de regulamentação da telemedicina durante a pandemia. A partir deste momento, o CFM passou a reconhecer e regulamentar a prática oficialmente.

Assim, a regulamentação da telemedicina de forma emergencial teve um único e mais plausível objetivo em comum: reduzir o deslocamento de médicos e pacientes. Além disso, o CFM definiu que seria permitido de forma temporária três novos moldes para este formato de atendimento durante a pandemia:

  • Teleorientação;

  • Telemonitoramento;

  • Teleinterconsulta.

Certamente, o implemento da telemedicina como uma alternativa para o combate a COVID-19 é também uma das ações mais importantes para seguir as normas de distanciamento social, assim como, evitar o contato de pacientes suspeitos/infectados com médicos e até mesmo outras pessoas.

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